quinta-feira, 14 de março de 2013
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Minhas Bandas Prediletas
1-Black Sabbath
2-Iron Maiden
3-Dream Theater
4-Rammsstei
5-Slayer
6-Queen
7-Dio
8-David Rock Feinstei
9-Diamond Head
10-Twisted Sister
Claro que não estão incluidas as classicas como Led Zeppelin, The Doors, porque será desigualdade comparar com essas bandas (Black Sabbath é um caso a parte).
Os 10 piores tipos de torturas medievais
1.
The Spanish Donkey (Burro Espanhol)
As
vítimas eram montadas nuas no aparelho, que é uma placa de madeira
vertical com um “V” acentuado na parte superior. O peso da
própria vítima cortava seus corpos, dividindo-os pela metade.
2.
Flaying (Esfola)
A
esfola foi um método de tortura usado há milhares de anos no
Oriente Médio, África e mesmo América. Durante a Idade Média, era
frequentemente usado para torturar e executar criminosos, soldados
capturados e bruxas. Os
braços da vítima eram amarrados a um poste acima de sua cabeça,
enquanto seus pés eram amarrados abaixo. Seu corpo ficava
completamente exposto ao torturador, que com a ajuda de uma pequena
faca, tirava a pele da vítima lentamente. Na maioria dos casos, em
primeiro lugar era retirada a pele da face, e descendo, em seguida,
até os pés da vítima. A maioria das vítimas morria antes de o
torturador chegar até sua cintura.
3.
The Crocodile Tube (Tubo do Crocodilo)
A
vítima era fixada dentro de um tubo grande o suficiente apenas para
a entrada dela. O tubo, com dentes de crocodilo, como pregos, era
comprimido lentamente deixando a vítima totalmente imobilizada. O
torturador só conseguia ver o rosto e os pés. Com a ajuda do fogo,
o torturador aquecia gradualmente o tubo até conseguir extrair uma
confissão ou acabava matando a vítima. Com
o rosto e os pés expostos, o torturador era capaz de provocar
feridas dolorosas sobre a vítima. Mutilação facial e o corte do
dedo do pé eram as escolhas preferidas. Outros métodos incluíam
forçar a vítima a agachar-se dentro do anel, assim, comprimindo os
pulmões e os intestinos, causando a explosão.
4.
The Heretics Fork (Garfo Medieval)
O
garfo medieval foi usado na Idade Média, principalmente durante a
Inquisição Espanhola. O instrumento consiste de dois garfos que
penetravam no queixo em uma extremidade e e no tórax na outra.
5.
The Judas Cradle (Berço de Judas)
No
Berço de Judas, a vítima era colocada sentada no topo de uma
pirâmide. Os pés da vítima eram amarrados uns aos outros de uma
maneira que o movimento da perna seria forçava o outro é para não
se mover tão bem, aumentando a dor. A
parte superior do berço de Judas era introduzido no ânus da vítima
ou na vagina. Esta tortura poderia durar algumas horas para concluir
ou dias. Embora a perda de sangue não era um risco, a vítima morria
de infecção, já que o dispositivo nunca era limpo. Bactérias,
sangue, pus, secreção…
6.
Impaling (Empalamento)
A forma mais comum de empalamento era através do ânus, mas existiam as variações como tórax, pernas, braços e, surpreendentemente, a partir do crânio. Em alguns casos raros, o pau de madeira ia do ânus para a boca – em outros casos, ele ficava preso em algum osso – que iria para fora através do peito ou, mais comumente, através do pescoço.
7.
The Breast Ripper (Estripador de Mama)
Usado
como forma de punir as mulheres, o estripador de mama eram uma forma
dolorosa e cruel para mutilar os seios de uma mulher. As garras eram
utilizadas quentes ou frias sobre os seios expostos da vítima. Se a
vítima não morresse ela ficava marcada para a vida com seus seios
dilacerados. Uma
variante comum do estripador de mama,referida como “A Aranha”,
era um instrumento semelhante anexado a uma parede. Os seios da
vítima eram fixados por garras e puxado pelo torturador, removendo
os dois seios.
8.
The Pear of Anguish (A Gota de Angústia)
A
gota de angústia foi usada durante a Idade Média, como uma forma de
tortura, nas mulheres que realizaram um aborto, mentirosos, blasfemos
e homossexuais. Um instrumento em forma de pêra era inserido em um
dos orifícios da vítima: a vagina para as mulheres, o ânus dos
homossexuais e na boca de mentirosos e blasfemos. O
instrumento consistia de quatro folhas que, lentamente, eram
separadas umas das outras pelo torturador através do parafuso na
parte superior. O torturador rasgava a pele ao expandir o instrumento
ao máximo e mutilava a vítima. As gotas de angústia eram
geralmente muito enfeitadas para diferenciar entre as anais, vaginais
e orais. Eles também variaram em tamanho de acordo com a vítima.
9.
The Iron Maiden (Donzela de Ferro)
Também
conhecida como a Virgem de Nuremberg, era um dispositivo usado a
partir do século XVI para torturar os criminosos. Possuía
mais de 2 metros de altura podedo acomodar um homem alto. A vítima
era amarrada dentro do Donzela e uma das duas portas se fechava,
penetrando no corpo da vítima com os pontos estrategicamente
colocados para que não penetrasse em qualquer órgão vital. Quando
completamente fechado, os gritos da vítima não podiam ser ouvido de
fora, e a vítima não enxergava qualquer luz nem escutava nada. Além
disso, os pontos bloqueavam as feridas, fazendo com que a morte
acontecesse dias para ocorrer.
10.
The Brazen Bull (Touro de Bronze)
O
touro de bronze foi o primeiro dispositivo inventado na Grécia
Antiga. Quando
uma vítima era colocada dentro de bronze do touro, ela era queimada
lentamente até a morte. Este dispositivo tornou-se gradualmente mais
sofisticados até que os gregos inventaram um complexo sistema de
tubos, a fim de fazer com que os gritos da vítima gritos soassem
como um boi enfurecido. Mesmo essa tortura não sendo utilizada com
tanta frequência durante a Idade Média, uma vez que foi utilizado
anteriormente pelo gregos e romanos, foi ainda usada na Europa
Central. Esta tortura é similar a ser cozido vivo.
http://alexandrehistoria.blogspot.com.br
Dropkick Murphys
Dropkick Murphys é uma banda de celtic punk formada em Quincy, Massachusetts, Estados Unidos. Primeiramente tocavam juntos no porão de um barbearia de um amigo, eles misturaram streetpunk, música irlandesa, e hardcore. Suas influências incluem bandas como Stiff Little Fingers, The Pogues, The Clash, Swinging Utters, Cockney Rejects e Cock Sparrer. O nome da banda foi tirado de um centro de reabilitação de drogados. A banda Dropkick Murphys foi originalmente formado em 1996 em Quincy, MA. Tocavam numa barbearia de um amigo e logo encontraram público que gostava da sua música, e como resultado começaram a fazer digressões e a gravar. A banda gravou uma série de EP e assinou com a Hellcat Records. Em 1997, eles lançaram seu primeiro álbum, Do or Die. Logo após isso, o vocalista Mike McColgan deixou a banda (o sonho dele era ser um bombeiro), e foi substituído por Al Barr. Em 1999, eles lançaram o seu álbum seguinte, The Gang's All Here. Em 2001, o sucessor foi Sing Loud, Sing Proud!. Este álbum mostrou a evolução da música da banda, e incluiu a colaboração de Shane MacGowan e Cock Sparrer. Também marcou uma alteração significante na formação da banda. O guitarrista original Rick Barton foi substituído pelo ex guitarrista do The Ducky Boys, James Lynch e Marc Orrell, e instrumentos adicionais foram incorporados pelos novos membros, Ryan Foltz e Robbie "Spicy McHaggis" Mederios, que tem seu apelido inspirado pelo lanche do McDonald's. Pouco depois, Foltz e McHaggis deixaram a banda, sendo substituídos pelo guitarrista e tocador de mandolin Tim Brennan e Scruffy Wallace, na gaita de fole. O próximo álbum, Blackout, foi lançado em 2003. Este álbum incluía o sucesso radiofônico "Walk Away," além de uma das favoritas dos fãs "Fields of Athenry". Notadamente "The Dirty Glass" com os vocais de Stephanie Dougherty (Deadly Sins) é uma música sobre um bar em Quincy, Massachusetts chamado Darcy's. Também em 2003 os Murphys saíram em tourné Warped Tour. Ao mesmo tempo, a banda lançou uma reedição do hino do clube de baseball Boston Red Sox, "Tessie", que se tornou a música oficial da conquista do campeonato de 2004. "Tessie" também foi usada no filme Fever Pitch, estrelado por Jimmy Fallon e Drew Barrymore e incluída no jogo da EA Sports, MVP Baseball 2005 . Em 2005, o Dropkick Murphys lançaram "Singles Collection Volume 2", apresentando covers, b-sides, e outros materiais que nunca saíram em álbuns anteriores, e a banda contribuiu com uma gravação de "We Got the Power" para o Rock Against Bush, Vol. 2. O seu 5º álbum, The Warrior's Code na Epitaph Records, foi lançado em 21 de Junho de 2005. Nele havia os singles "Sunshine Highway", "The Warrior's Code", e como bónus track, "Tessie". Também incluía uma música inspirada num poema de Woody Guthrie chamada "I'm Shipping Up to Boston", a qual fez parte da trilha Sonora do filme vencedor do Oscar 2006 Os Infiltrados. Dois vídeos, um com e um sem imagens do filme, foram gravados. A música também apareceu num episódio d´Os Simpsons, o The Departed. "I'm Shipping Up to Boston" também é usada durante vários eventos desportivos em Boston.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Desmistificando as 5 maiores mentiras sobre games da história
“Videogames
fazem mal”. Quantas vezes você já ouviu isso? Pode ser sua (seu)
esposa (o), sua mãe ou seus amigos “sérios”, mas mesmo com toda
popularização dos consoles, do sucesso dos casual games e da
histeria das tiazinhas
donas
de casa com Farmville esse preconceito continua. Mas não sinta-se
perseguido, esse tipo de acusação já recaiu sobre quadrinhos,
música e até sobre o excesso de leitura de romances (Sim, livros
foram queimados algumas vezes lembra?).
Nessa
listinha despretensiosa tentei desmistificar um pouco essas lendas.
1)
Videogames atrapalham nos estudos
O argumento de 90% das mães está… ERRADO! Videogames não atrapalham na educação (a não ser que seu filho não tenha limites em casa e jogue na hora de estudar). Como vovó dizia, tudo na vida deve ser feito com moderação, e dessa forma os jogos podem até ajudar na aprendizagem, como ilustra esse belo infográfico em inglês. A Universidade de Granada (Espanha) também fez uma pesquisa que concluiu que quem joga videogames tem mais chance de tirar boas notas na escola. Além disso, existem diversos jogos voltados exclusivamente para educação e, também, jogos informativos baseados em notícias. Aliás, dá pra estudar pro Enem com games, né?
O argumento de 90% das mães está… ERRADO! Videogames não atrapalham na educação (a não ser que seu filho não tenha limites em casa e jogue na hora de estudar). Como vovó dizia, tudo na vida deve ser feito com moderação, e dessa forma os jogos podem até ajudar na aprendizagem, como ilustra esse belo infográfico em inglês. A Universidade de Granada (Espanha) também fez uma pesquisa que concluiu que quem joga videogames tem mais chance de tirar boas notas na escola. Além disso, existem diversos jogos voltados exclusivamente para educação e, também, jogos informativos baseados em notícias. Aliás, dá pra estudar pro Enem com games, né?
2)Videogames
fazem mal pro cérebro
Fique tranquilo, amigo, você não vai ficar mais burro por jogar videogames. Nenhuma pesquisa séria provou que jogar diminui seu QI. Na verdade, videogames podem estar deixando nossos filhos mais espertos, segundo uma reportagem da ABC. Videogames também são usados na educação (como você viu no tópico acima) e em simuladores que treinam pilotos de aviões, soldados e outros profissionais.
Fique tranquilo, amigo, você não vai ficar mais burro por jogar videogames. Nenhuma pesquisa séria provou que jogar diminui seu QI. Na verdade, videogames podem estar deixando nossos filhos mais espertos, segundo uma reportagem da ABC. Videogames também são usados na educação (como você viu no tópico acima) e em simuladores que treinam pilotos de aviões, soldados e outros profissionais.
3)Videogames
isolam você dos seus amigos
Segundo a PBS, 60% dos gamers jogam com seus amigos. Desde os tempos do Atari, existia a possibilidade de jogar multiplayer (no caso, é claro, com só mais um amigo jogando do seu lado) e hoje as redes de game online (e os social games, como “CityVille”) reúnem pessoas do mundo todo em uma grande comunidade. Aliás, uma pesquisa da IBM diz que jogadores de MMORPG são melhores líderes em seus trabalhos e não nerds isolados, como se pensava.
Segundo a PBS, 60% dos gamers jogam com seus amigos. Desde os tempos do Atari, existia a possibilidade de jogar multiplayer (no caso, é claro, com só mais um amigo jogando do seu lado) e hoje as redes de game online (e os social games, como “CityVille”) reúnem pessoas do mundo todo em uma grande comunidade. Aliás, uma pesquisa da IBM diz que jogadores de MMORPG são melhores líderes em seus trabalhos e não nerds isolados, como se pensava.
4)Videogames
estimulam o comportamento violento
Videogames
foram muito perseguidos por estimularem o comportamento violento;
assim como os quadrinhos foram censurados, os RPGS foram acusados de
incentivar rituais satânicos e alguns malucos mataram pessoas
“inspirados” por músicas do Ozzy ou dos Ratos de Porão. Existem
alguns estudos pouco científicos que apontam uma ligação entre
games e violência, mas muitos outros desmentem essas pesquisas
alarmistas. Na verdade, este artigo de Harvard mostra que não há
ligação entre uma coisa e outra e que as taxas de homicídios,
inclusive, diminuíram desde 1996, quando os videogames se
popularizaram. Por fim, vale lembrar que existem videogames
violentos, assim como existem games fofinhos, games de dança, jogos
de música e jogos de esporte. Resumir todos os videogames a
“Carmageddon” é uma tremenda ignorância.
5)Videogames
são coisa de criança
Aqui eu acho que estou chovendo no molhado quando digo que videogames já viraram coisa de adulto faz tempo. Uma pesquisa americana mostra que nos EUA 53% dos gamers são adultos. Aliás, como você sabe, existem diversos jogos inadequados para menores e pensados exclusivamente para o público mais velho (pais se liguem na classificação dos jogos quando forem comprar presentes pra molecada). Essa mudança de foco tem, claro, motivações econômicas (games são um GRANDE negócio e adultos têm muito mais poder de compras que crianças, obviamente) e também cultural: hoje em dia não é mais uma vergonha ser adulto e jogar. Para mais dados sobre o mercado de games, confira esse infográfico maneiro.
Aqui eu acho que estou chovendo no molhado quando digo que videogames já viraram coisa de adulto faz tempo. Uma pesquisa americana mostra que nos EUA 53% dos gamers são adultos. Aliás, como você sabe, existem diversos jogos inadequados para menores e pensados exclusivamente para o público mais velho (pais se liguem na classificação dos jogos quando forem comprar presentes pra molecada). Essa mudança de foco tem, claro, motivações econômicas (games são um GRANDE negócio e adultos têm muito mais poder de compras que crianças, obviamente) e também cultural: hoje em dia não é mais uma vergonha ser adulto e jogar. Para mais dados sobre o mercado de games, confira esse infográfico maneiro.
9 idiomas fictícios (que você pode aprender)
Cada
fã tem seu jeito de provar seu amor por séries, filmes ou livros.
Uns vestem camisas com estampas baseadas nas suas histórias
favoritas, outros colecionam brinquedos e objetos relacionados a
elas. Mas sempre tem um jeito de ir além. Tipo aprender um idioma
fictício. Línguas inventadas são ingredientes frequentes na
construção de mitologias presentes em algumas das mais importantes
obras de ficção do mundo nerd. Em alguns casos, aliás, são o
ponto de partida para o desenvolvimento de histórias épicas. A
SUPER reuniu 9 exemplos de idiomas fictícios que você pode aprender
no mundo real – e tirar onda com todos os seus amigos. Tem língua
para todos os gostos.
1. Klingon – “Jornada nas Estrelas”
Esta
é, provavelmente, a língua fictícia mais conhecida (graças a “The
Big Bang Theory”). A primeira vez que alguém pronunciou palavras
no idioma foi em “Jornada nas Estrelas: O Filme”, de 1979. E foi
tudo no improviso: James Doohan, o ator que interpretava Scotty,
inventou umas palavras e, depois, Marc Okrand se baseou na sua fala
para desenvolver toda a língua. Desde então, a linguagem já
apareceu em várias outras séries e filmes. A gramática, o alfabeto
e a fonética do klingon não se assemelham a línguas reais. Mas
muita gente dedica a vida a estudar o idioma – academicamente,
inclusive. Existe até um instituto
voltado para a divulgação e tradução do klingon.
2. Quenya e Sindarin – “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”
Conhecido
também como élfico maduro, o quenya é o idioma élfico mais antigo
na Terra Média, algo como o galego-português em relação ao
português que nós falamos hoje em dia. J. R. R. Tolkien desenvolveu
toda a língua inspirado pela fonética do finlandês, mas isso não
significa que quem é fluente nesse idioma consegue entender o
quenya. Como precisava de um alfabeto, Tolkien inventou as tengwar e,
para representar os sons de vogais, as tehtar. Um outro idioma que
foi bastante desenvolvido para a saga do Anel é o sindarin. Também
uma língua élfica, o sindarin é baseado no galês e chegou a ser a
língua mais falada na Terra Média. Você se interessou: existem
vários dicionários de élfico pela interne. Já foi publicado até
um curso de quenya para quem fala português.
3. Na’vi – “Avatar”
Além
de uma biodiversidade fenomenal, um planeta e um povo, James Cameron
decidiu criar também uma cultura e um idioma para os alienígenas
humanóides de Avatar. Para isso, ele passou a Paul Frommer,
professor da University of Southern California, a tarefa de criar um
idioma que fosse fácil de falar, mas que não lembrasse línguas
reais.
4. Dothraki – “Game of Thrones”/ “Crônicas de Gelo e Fogo”
Se
você curte a série “Game of Thrones” e os livros de George R.
R. Martin, com certeza já se pegou tentando falar alguma coisa em
dothraki, a língua-mãe de Khal Drogo que Daenerys Targaryen teve
que aprender. O idioma, como você pode imaginar, surgiu na cabeça
de George, mas nos livros há poucas palavras e frases. Quando a HBO
decidiu produzir a série de TV, chamou David J. Peterson, um
inventor de línguas, para desenvolver o idioma e torná-lo crível
na telinha. Embora o idioma seja um dos mais novos da lista, já tem
gente aprendendo a se comunicar com o Grande Garanhão.
5. Novilíngua – “1984″
A
novilíngua não é exatamente um novo idioma, mas a mudança de um
idioma pré-existente. No livro “1984″, de George Orwell, o
governo autoritário do Grande Irmão recriou e deletou palavras do
inglês para que pudesse controlar o pensamento das pessoas. Quer
dizer, se você não sabe como se referir a um sentimento ou ideia,
não tem como você pensar neles. Teoricamente, uma língua nunca
encolheria, já que a tendência natural é cada vez mais vocábulos
se juntarem a seu léxico. Mas como essa mudança foi imposta pelo
Grande Irmão, faz sentido.
6. Simlish – “The Sims”
No
universo virtual dos Sims, o simlish é a língua oficial. Para quem
ouve, parece que eles não estão falando nada com nada. Mas, por
incrível que pareça, existem algumas regras para que o idioma seja
no mínimo coerente. Na hora de criar a fonética do idioma, Will
Wright – o pai dos Sims – e Marc Gimbel, um especialista em
idiomas, até experimentaram com línguas reais, mas optaram por
criar falas que não fazem sentido. Mas é claro que os fãs tentaram
decifrar os barulhos dos personagens.
7.
Aklo – Mitos de Cthulhu
O
idioma apareceu pela primeira vez no conto “Povo Branco”, de
Arthur Machen. As obras do escritor eram carregadas de pitadas de
sobrenatural, terror e coisas fantásticas, tanto que acabou
influenciando H. P. Lovecraft, hoje lembrado como um dos maiores
autores do gênero. Além
de fã confesso de Machen, Lovecraft pegou emprestada a língua que o
colega havia inventado e usou em seus contos sobre o mito de Cthulhu,
uma divindade alienígena maligna. Alan Moore também utilizou essa
linguagem na sua graphic novel sobre o deus. O
curioso sobre o aklo é que ele não é apenas um idioma, mas um
código que contém magia oculta, por assim dizer. Moore, por
exemplo, usa a língua como uma forma de induzir a hipnose. A língua,
enfim, é cheia de mistérios.
8. Ofidioglossia – Harry Potter
Não
poderíamos esquecer a língua oficial dos descendentes de Salazar
Sonserina, o fundador da casa mais polêmica da Escola de Magia e
Bruxaria de Hogwarts. A língua que Voldemort
Aquele-que-não-deve-ser-nomeado usa para se comunicar com sua
serpente de estimação, Nagini, é quase impossível de pronunciar.
Prova disso é que só quem já nasce com o talento consegue falar o
“idioma”. A única exceção é o próprio Harry Potter, que,
como você provavelmente sabe, adquiriu o dom quando um pedaço da
alma de Tom Riddle entrou nele.
9. Nadsat – Laranja Mecânica
Em
“Laranja Mecânica”, Anthony Burgess criou um modo de falar bem
peculiar para seus personagens. As expressões usadas por Alex
DeLarge e seu grupo são uma mistura de cockney – o dialeto da
classe operária britânica – e russo. Não é um novo idioma, mas
uma série de expressões idiomáticas associadas ao inglês. A
grande inspiração de Burgess para criar o nadsat foram as falas dos
mods e dos rockers da década de 1960.
Por Anita Porfirio In Superinteressante
Ghost Ritual
Ghost-Ritual
Hoje à noite nós estamos convocados para uma causa divina
Recordação - Não
Mas, para sua perda futura
Esta capela de ritual
Cheira a sacrifícios de humanos mortos
Do altar ...
Beduínos e nômades
Carregados através dos tempos
Através de pestilências e fome
Estes antigos pergaminhos de rimas
"O nosso anjo caído controverso
Foi banido do céu
Recite agora a partir do texto
Ore para todos morrerem "
Esta capela de ritual
Cheira a sacrifícios de humanos mortos
Da cama do altar
Nesta noite de ritual
Invocando nosso mestre
Para procriar o bastardo inglório
"Nosso pai
Que estás no inferno
Profano seja o teu nome
Maldito seja os filhos e filhas
Da tua Nemesis
Quem são os culpados
Venha o Teu reino
NEMA "
Hoje à noite nós convocamos para o Seu profano demônio
Agora comemorar
O Fim
Esta capela de ritual
Cheira a sacrifícios de humanos mortos
Da cama do altar
Nesta noite de ritual
Invocando nosso mestre
Para procriar o bastardo inglório
Hoje à noite nós estamos convocados para uma causa divina
Recordação - Não
Mas, para sua perda futura
Esta capela de ritual
Cheira a sacrifícios de humanos mortos
Do altar ...
Beduínos e nômades
Carregados através dos tempos
Através de pestilências e fome
Estes antigos pergaminhos de rimas
"O nosso anjo caído controverso
Foi banido do céu
Recite agora a partir do texto
Ore para todos morrerem "
Esta capela de ritual
Cheira a sacrifícios de humanos mortos
Da cama do altar
Nesta noite de ritual
Invocando nosso mestre
Para procriar o bastardo inglório
"Nosso pai
Que estás no inferno
Profano seja o teu nome
Maldito seja os filhos e filhas
Da tua Nemesis
Quem são os culpados
Venha o Teu reino
NEMA "
Hoje à noite nós convocamos para o Seu profano demônio
Agora comemorar
O Fim
Esta capela de ritual
Cheira a sacrifícios de humanos mortos
Da cama do altar
Nesta noite de ritual
Invocando nosso mestre
Para procriar o bastardo inglório
Ghost
Se no ano passado os mascarados do Slipknot surpreenderam com um show fora dos padrões no Rock in Rio,
uma outra banda, que também traz integrantes encapuzados e não
identificados, tem tudo para causar efeito parecido na próxima edição do
festival: são os suecos do Ghost, sombrio sexteto formado por músicos
autodenominados "Nameless Ghouls" (ou "bestas sem nome", em português),
liderados pelo satânico Papa Emeritus.
As 'bestas sem nome' do Ghost: banda sueca se apresenta no dia 19 de setembro de 2013, no Rock in Rio (Foto: Divulgação)
Influenciados pela grandiloquência dramática de artistas como David
Bowie e Alice Cooper, o grupo recorre a um visual assustador, digno das
grandes produções cinematográficas de terror, para dar seu recado.
"Qualquer ideia fora dos padrões, sobrenatural, é o que realmente inspira a banda. Muito dessa coisa sombria e religiosa contida nos elementos mais ásperos da música vem do death metal e do doom metal. Mas, basicamente, o som do Ghost vem da combinação de classic rock com metal alternativo", diz o guitarrista da banda ao G1, depois de um início de entrevista um tanto incomum: como se referir a alguém que não usa nomes?
A discografia do Ghost é breve: lançaram apenas uma demo, um EP e o álbum "Opus eponymous", de 2010, que, no Japão, saiu com uma versão inusitada para "Here comes the sun", dos Beatles. Mas um novo álbum já está a caminho, com previsão de chegar ao mercado em 2013
"Qualquer ideia fora dos padrões, sobrenatural, é o que realmente inspira a banda. Muito dessa coisa sombria e religiosa contida nos elementos mais ásperos da música vem do death metal e do doom metal. Mas, basicamente, o som do Ghost vem da combinação de classic rock com metal alternativo", diz o guitarrista da banda ao G1, depois de um início de entrevista um tanto incomum: como se referir a alguém que não usa nomes?
A discografia do Ghost é breve: lançaram apenas uma demo, um EP e o álbum "Opus eponymous", de 2010, que, no Japão, saiu com uma versão inusitada para "Here comes the sun", dos Beatles. Mas um novo álbum já está a caminho, com previsão de chegar ao mercado em 2013
Ghost-Entrevista com o guitarrista (Sem nome)
"Nameless Ghoul" — Não (risos).
G1 — Pode, ao menos, dizer se você é o baterista, um dos guitarristas ou o vocalista da banda?
"Nameless Ghoul" — Sou um dos guitarristas (risos).
G1 — Como surgiu o Ghost?
"Nameless Ghoul" — Basicamente da mesma maneira como todas as bandas são formadas. A única diferença é que viemos de uma cidade na Suécia (risos).
G1 — Que tipo de artistas inspiraram a banda?
"Nameless Ghoul" — Artistas performáticos, como Alice Cooper, Kiss e David Bowie. São os mais teatrais do planeta, eu acho. Se bem que também considero bastante teatral o que o que os Rolling Stones fizeram numa determinada época. Qualquer ideia fora dos padrões, sobrenatural, é o que realmente inspira a banda. Muito dessa coisa sombria e religiosa contida nos elementos mais ásperos da música vem do death metal e do doom metal. Mas, basicamente, o som do Ghost vem da combinação de classic rock com metal alternativo. Por classic rock entenda tudo o que compõe a seção "rock" das lojas de discos: de Beatles a Sisters of Mercy. Falando de bandas brasileiras, gostamos muito do Sarcófago, Holocausto, Sepultura, MX e coisas assim.
G1 — De onde veio a ideia de gravar uma versão de "Here comes the sun", dos Beatles? Parece algo bem diferente da proposta da banda...
"Nameless Ghoul" — Essa música, em sua versão original, traz uma mensagem de esperança muito forte, algo acalentador sobre a chegada da primavera e os dias melhores que ela pode proporcionar. É uma canção alegre em muitos sentidos. Então fica fácil inverter isso. Basicamente transpusemos a canção para acordes menores, o que a transforma numa canção bem mais sombria, mesmo mantendo a letra original. É divertido fazer covers de bandas que não seriam exatamente as primeiras opções para uma banda de metal (o grupo costuma tocar ao vivo uma versão de “I’m a marionette", do ABBA). Mas a temática dessas músicas, muitas vezes religiosa, se encaixa muito bem com o que fazemos.
Certa vez, o diretor de palco de um festival do qual participamos caiu no choro quando nos viu"
Guitarrista do Ghost
"Nameless Ghoul" — Acreditamos que os sentimentos que queremos despertar nas pessoas, durante nossos shows, devem ter relação direta com a maneira com que nos apresentamos. E essa percepção fica ainda mais forte se não houver nenhum tipo de identidade ou individualidade. Ao mesmo tempo, estamos executando canções, e há muita indivudualidade nisso. Mas o foco não é em quem somos ou no que fizemos na última semana. O que dizemos é o que mostramos ao público. Mas é difícil explicar. Porque todo mundo presume que seja apenas um golpe de marketing. Agora transformou-se num golpe de marketing, porque voltou-se a nosso favor. Mas não é esse o real significado para as pessoas que ouvem nossa música.
G1 — Você já conheceu alguém que realmente teve medo da banda?
"Nameless Ghoul" — Bem, há ocasiões realmente bem esquisitas (risos). Certa vez, o diretor de palco de um festival do qual participamos caiu no choro quando nos viu. Era um homem muito religioso, sentia que estávamos fazendo algo errado. Chorou praticamente durante todo o tempo em que permanecemos no palco. Nunca vi nada parecido. Às vezes também há protestos, mas nada que realmente afete a banda. Mas é uma pena, pois acho que coisas assim tiram o foco do que fazemos.
G1 — A apresentação no Rock in Rio será a primeira da banda no Brasil. Qual a expectativa com relação aos fãs brasileiros?
"Nameless Ghoul" — Acho que vai ser incrível. Já queríamos ir à América do Sul há um bom tempo. Desde que começamos, temos recebido muito apoio dessa parte do planeta. Mas é muito difícil de ir até aí, porque é muito longe. No caso de uma banda como a nossa, é mais difícil ainda, porque são necessárias uma série de providências (risos). Além disso, ainda não havíamos tido uma oportunidade grandiosa como esta. Tocar no Rock in Rio é obviamente uma grande honra. É um festival clássico. Até onde eu sei, somos a primeira banda sueca a tocar no evento.
G1 — Como será o show por aqui?
"Nameless Ghoul" — Será muito especial. Bem mais produzido e nada comparável aos trechos de nossos shows publicados no YouTube. O que se vê na internet é apenas um fragmento do que pretendemos mostrar no ano que vem. Vai ser diferente e muito interessante.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
sábado, 16 de fevereiro de 2013
A Bíblia Satanica
A Bíblia Satânica (The Satanic Bible) é um livro escrito pelo satanista Anton LaVey em 1969. Contêm uma coleção de ensaios, observações e rituais mágicos que formam a base do Satanismo de LaVey que enfatiza Satã como uma força da Natureza.
Na introdução do livro, LaVey opina contra algumas práticas ocultistas:
A Bíblia Satânica relata que “Lúcifer ascendeu”, mais uma vez para proclamar que: "esta é a época de Satã!” e que “mostrará que a salvação do homem depende da sua própria contradição”. Afirmando que essa é uma revelação do que denomina a “Palavra da Matéria” e elucida que a vida é uma “preparação para todo e qualquer deleite eterno”.
Continua a denúncia afirmando:
Estabelece uma obrigação ao satanista: “Ascender o novo homem... para levá-lo ao sucesso material”.
Afirmando ser seu oponente os dogmas do cristianismo e os dogmas morais, o que classifica como “mentira”. Esclarece qual o combate mais difícil de vencer:
Na Parte V faz um arrazoado sobre bênçãos e maldições. Onde abençoa os “fortes”, e amaldiçoa os “submissos na honradez... que serão pisados sobre a representação de Satã!”; abençoa os “vitoriosos”, e amaldiçoa os “pobres de espírito”; abençoados os “destruidores da falsa esperança” afirmando que “eles são os verdadeiros Messias”, e amaldiçoa os “adoradores de Deus”; abençoa os “valentes” e amaldiçoa os que acreditam existir o “bem e o mal”; abençoa os que “pensam no que é melhor para si” e amaldiçoa as "ovelhas de Deus". Segundo o livro os amaldiçoados ficam na posição “daqueles que ensinam mentiras por verdades e verdades por mentiras”, e os abençoados são os que tem uma “mente poderosa”.
Na introdução do livro, LaVey opina contra algumas práticas ocultistas:
- Este livro foi escrito porque, com muitas poucas exceções... Escritor após escritor, no esforço de apresentar os princípios da “magia branca e negra”, tiveram sucesso em obscurecer o conjunto em questão tão prejudicialmente que o estudante de magia dá asas a estupidez, empurrando uma prancheta sobre uma tábua de Ouija, ficando em pé dentro de um pentagrama esperando um demônio se apresentar a ele, facilmente lançando I-Ching de modo pomposo como muitos antigos pretensiosos... em geral fazendo papel de tolo para si aos olhos daqueles que realmente conhecem. (Prefácio do livro A Bíblia Satânica)
A Bíblia Satânica relata que “Lúcifer ascendeu”, mais uma vez para proclamar que: "esta é a época de Satã!” e que “mostrará que a salvação do homem depende da sua própria contradição”. Afirmando que essa é uma revelação do que denomina a “Palavra da Matéria” e elucida que a vida é uma “preparação para todo e qualquer deleite eterno”.
Denúncia infernal
No Livro, Satã faz a "Denúncia Infernal", onde afirma que “O demônio tem sido atacado pelos homens de Deus” e que “nunca há uma oportunidade... para o Príncipe das Trevas responder do mesmo modo”, além de denunciar que, sem seu “satânico inimigo”, as várias religiões que professam Deus “entrariam em colapso”.Continua a denúncia afirmando:
- “Nestes séculos todos de maledicência que o Demônio tem recebido, ele nunca revidou seus infamadores... mas agora ele sente que é hora de replicar”.
Livro de Satã
Entre os livros da sua "Lei", apresenta o livro de Satã, onde na Parte I discorre onze itens que estabelece dogmas como: “Morte ao fraco, saúde ao forte!”, e proclama a força de Satã: “escute-me que confundirei multidões extasiadas!”; e estabelece como enfrentará o combate contra Deus, afirmando que irá “questionar as leis do homem e de Deus!"- "Eu exigirei as razões da sua regra de ouro e perguntarei a origem e a finalidade dos seus dez mandamentos”.
- “Aquele que disser que você precisa se curvar a mim é o meu inimigo mortal!”
- “Eu mergulhei o meu dedo indicador no sangue úmido do seu impotente e louco redentor, e escrevi na borda da sua coroa de espinhos: O verdadeiro príncipe do mal - o rei dos escravos!”
- “Eu olhei abismado o olho vítreo do seu apavorante Jeová, e arranquei-o pela barba; eu elevei o machado das cinzas e abri um caminho na sua caveira comida de vermes!”
- “Nenhum credo deve ser aceito sobre a autoridade de uma "divina" natureza. Religiões devem ser colocadas em debate. Nenhum dogma moral pode ser tomado como absoluto.”
Estabelece uma obrigação ao satanista: “Ascender o novo homem... para levá-lo ao sucesso material”.
Afirmando ser seu oponente os dogmas do cristianismo e os dogmas morais, o que classifica como “mentira”. Esclarece qual o combate mais difícil de vencer:
- “A mentira que tem sido inculcada na criança desde pequena no joelho da mãe - é mais perigosa de combater do que contra a sorrateira pestilência!"
- "Por que eu não deveria odiar os meus inimigos [?]... Não somos todos nós animais predatórios por instinto? Se os homens pararem de depredar os outros, eles poderão continuar a existir?... não é a desprezível filosofia da pessoa servil que vira as costas quando chutado? E conclui com princípios: “Odeie seus inimigos... atinja-o dilacerando e desmembrando-o, pois autopreservação é a lei suprema! Quem mostra a outra face é um cão covarde!”
Na Parte V faz um arrazoado sobre bênçãos e maldições. Onde abençoa os “fortes”, e amaldiçoa os “submissos na honradez... que serão pisados sobre a representação de Satã!”; abençoa os “vitoriosos”, e amaldiçoa os “pobres de espírito”; abençoados os “destruidores da falsa esperança” afirmando que “eles são os verdadeiros Messias”, e amaldiçoa os “adoradores de Deus”; abençoa os “valentes” e amaldiçoa os que acreditam existir o “bem e o mal”; abençoa os que “pensam no que é melhor para si” e amaldiçoa as "ovelhas de Deus". Segundo o livro os amaldiçoados ficam na posição “daqueles que ensinam mentiras por verdades e verdades por mentiras”, e os abençoados são os que tem uma “mente poderosa”.
Mefisto ou Mefostófiles
Mefistófeles é uma personagem satânica da Idade Média, conhecida como uma das encarnações do mal, aliado de Lúcifer e Lucius na captura de almas
inocentes através da sedução e encanto através de roubos de corpos
humanos atraentes. Mas é um dos demônios mais cruéis e em muitas
culturas também se toma como sinónimo do próprio Diabo.
Durante o Renascimento, era conhecido pelo nome de Mefostófiles, forma da qual deriva uma das suas possíveis etimologias, segundo a qual o nome procede da combinação da partícula negativa grega μὴ, φῶς (luz) com φιλής (o que ama), ou seja, "o que não ama a luz". No entanto, o significado da palavra não foi estabelecido por completo. Butler menciona que o nome sugere diferentes conjecturas nos idiomas grego, persa e hebreu. Entre os nomes sugeridos estão Mefotofiles (inimigo da luz), Mefaustofiles (inimigo de Fausto) ou Mefiz-Tofel (destrutor-mentiroso).
Durante o Renascimento, era conhecido pelo nome de Mefostófiles, forma da qual deriva uma das suas possíveis etimologias, segundo a qual o nome procede da combinação da partícula negativa grega μὴ, φῶς (luz) com φιλής (o que ama), ou seja, "o que não ama a luz". No entanto, o significado da palavra não foi estabelecido por completo. Butler menciona que o nome sugere diferentes conjecturas nos idiomas grego, persa e hebreu. Entre os nomes sugeridos estão Mefotofiles (inimigo da luz), Mefaustofiles (inimigo de Fausto) ou Mefiz-Tofel (destrutor-mentiroso).
Belial
Belial
é um personagem da mitologia cananita que determinava este Belial como o
adversário do povo "escolhido". É o 68º espírito listado na Goetia. Na mitologia cristã Belial é mencionado também no novo testamento como o oposto da luz, do bem e de Jesus Cristo. Seria o mais importante demónio na Terra, que comandava as forças da escuridão contra os "filhos da luz" que serviam Satã. Criado junto com Lúcifer, de Belial foi dito - rei do inferno - e comandante de 80 legiões.
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Diablo 3 configurações
Configurações Mínimas
| Requerimentos Minímos para PC: | |||
| Sistema Operacional : Windows XP, Windows Vista ou Windows 7 com Directx 9.0c. Processador: Intel Pentium D 2.8 GHz ou AMD AthlonTM 64 x2 4400+ Placa de Vídeo: NVIDIA GeForce 7800 GT ou ATI Radeon X1950 Pro ou superior. 12 GB livre no HD 1GB de Memória RAM. Internet Banda Larga Monitor com Resolução: 1024x768 no minímo. Configurações Recomendadas
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Origen dos males inferiores e superiores
Tathamet
Um dragão de sete cabeças composto por todas as trevas e vileza que Anu arrematar si mesmo antes de o universo foi criado. Não se sabe muito sobre Tathamet mas sabe-se que ele foi o único motivo que o Infernos Ardentes veio à existência, também não há registro dele nunca acasalamento com outra criatura. Tathamet lutou Anu, e quando os dois seres morreram os sete chefes de Tathamet tornaram-se os sete Grandes Demônios. As três cabeças se tornou mais proeminentes Diablo, Mephisto e Baal, e as quatro cabeças menores Azmodan, Belial, Andariel e Duriel. Tathamet corpo de entretanto se tornou a base para o Infernos Ardentes.
http://diablo.wikia.com/wiki/Great_Evils
Diablo 3
http://diablo.wikia.com/wiki/Diablo_Wiki
Site muito bom com tudo do diablo, conta tudo história, itens, todos os males e varias outras coisas.
Mais um video do The Xuminator e Pedroca
Da nossa série Gameplay Diablo 3
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